Residência HBF
[não construído]
Ano do projeto: 2010/11
Autores: Thiago de Andrade
Colaboradores: Arquiteto Andrea Denza, Arquiteta Larissa Lessa, Alice Menezes e Natálica Costa
Ano do projeto: 2010/11
Autores: Thiago de Andrade
Colaboradores: Arquiteto Andrea Denza, Arquiteta Larissa Lessa, Alice Menezes e Natálica Costa
O gesto inicial do projeto desta casa foi o lançamento de platôs horizontais no terreno que já havia sofrido aterros e definido alturas para a ocupação do lote. Além disso, orientou-nos a necessidade de se preservar uma faixa de 5m ao longo do muro divisor do condomínio com o lote vizinho, a fim de preservar o acesso às novas infraestruturas previstas no projeto condominial.
A partir desse gesto inicial, as considerações acerca da insolação e ventilação, bem como suas relações com a área verde e de lazer foram os pontos de mais alta reflexão. Neste projeto, a melhor insolação não se conjuga bem com as melhores visadas nem com a permanência na área verde. Assim, surge uma casa pátio, que busca ela mesma criar as ambiências e proteções necessárias ao lazer e sua fruição.
Ela configura-se como em um “L” tendo uma ala de quartos mais reservada e uma área de estar, cozinha e varanda mais públicas e de acesso direto do público externo. Este chega por uma porta criada a partir de uma leve inflexão na parede-muro que delimita a casa, entrando diretamente na varanda, ponto central da casa e do programa de necessidades, em virtude da observação dos costumes dos proprietários.
A cozinha está na ligação entre a garagem e a varanda, completamente aberta para as salas de jantar e estar, tornando-se o núcleo funcional articulador da casa.
É a partir dela que se dá início a uma marquise que marca desde a entrada até a área de bancadas e eventual churrasqueira levando até o bloco separado de caixa d´água e áreas de serviço.
A sala de estar está na transição entre as duas alas, 36cm mais alta que a de jantar e no nível dos quartos. Avança sobre um terraço de lazer conformando uma quina envidraçada que a integra tanto à área externa quanto à varanda, que, com proporções generosas, também dá continuidade ao escritório.
Os quartos estão posicionados de modo a não interferir com a área de lazer, garantindo sua privacidade. O do meio é um quarto simples, e a suíte maior, com um amplo armário, tem sua janela voltada para o sul com generosa abertura de piso a teto.
Assim, acreditamos ter alcançado o objetivo da simplicidade desejada em termos plásticos com riqueza espacial, explorando elementos da arquitetura tradicional brasileira, conjugando-a a anseios contemporâneos, de certa forma jovens, e articulando elementos nem sempre presentes na arquitetura residencial condominial. Evita-se o fechamento do lote lindeiro à rua o que cria, com seus muros, espaços simbólicos e significativos para uma determinada coletividade.
A partir desse gesto inicial, as considerações acerca da insolação e ventilação, bem como suas relações com a área verde e de lazer foram os pontos de mais alta reflexão. Neste projeto, a melhor insolação não se conjuga bem com as melhores visadas nem com a permanência na área verde. Assim, surge uma casa pátio, que busca ela mesma criar as ambiências e proteções necessárias ao lazer e sua fruição.
Ela configura-se como em um “L” tendo uma ala de quartos mais reservada e uma área de estar, cozinha e varanda mais públicas e de acesso direto do público externo. Este chega por uma porta criada a partir de uma leve inflexão na parede-muro que delimita a casa, entrando diretamente na varanda, ponto central da casa e do programa de necessidades, em virtude da observação dos costumes dos proprietários.
A cozinha está na ligação entre a garagem e a varanda, completamente aberta para as salas de jantar e estar, tornando-se o núcleo funcional articulador da casa.
É a partir dela que se dá início a uma marquise que marca desde a entrada até a área de bancadas e eventual churrasqueira levando até o bloco separado de caixa d´água e áreas de serviço.
A sala de estar está na transição entre as duas alas, 36cm mais alta que a de jantar e no nível dos quartos. Avança sobre um terraço de lazer conformando uma quina envidraçada que a integra tanto à área externa quanto à varanda, que, com proporções generosas, também dá continuidade ao escritório.
Os quartos estão posicionados de modo a não interferir com a área de lazer, garantindo sua privacidade. O do meio é um quarto simples, e a suíte maior, com um amplo armário, tem sua janela voltada para o sul com generosa abertura de piso a teto.
Assim, acreditamos ter alcançado o objetivo da simplicidade desejada em termos plásticos com riqueza espacial, explorando elementos da arquitetura tradicional brasileira, conjugando-a a anseios contemporâneos, de certa forma jovens, e articulando elementos nem sempre presentes na arquitetura residencial condominial. Evita-se o fechamento do lote lindeiro à rua o que cria, com seus muros, espaços simbólicos e significativos para uma determinada coletividade.









